Distribuição
Acervo por relator designado
Quantidade de matérias atribuídas a cada relator.
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Distribuição
Acervo por estado de tramitação
Estado atual indicado na tramitação interna, como "Estudo para manifestação do relator", com a área ao lado.
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Matérias por estado de tramitação
Tamanho e movimento
Tamanho do acervo
As quedas de janeiro de 2021 e de 2025 vêm do fim de legislatura: as proposições em tramitação são arquivadas e voltam às comissões à medida que são desarquivadas.
Por comissão
Cada painel tem sua própria escala. Clique para ver uma comissão em detalhe.
Quanto o acervo de cada comissão cresceu ou encolheu
A linha tracejada fina marca 100%, o tamanho do primeiro dia. As quedas de janeiro de 2021 e de 2025 são o arquivamento de fim de legislatura; as linhas sobem de novo à medida que as matérias são desarquivadas. Para mudar o dia de referência, mude o período no filtro.
Entradas e saídas
A matéria entra no acervo quando é enviada à comissão e sai quando é enviada a outra área. As equipes da Secretaria Geral Parlamentar aparecem pelo nome: a de Apoio ao Plenário (SGP-21) recebe as matérias com pareceres prontos para votação em Plenário; a Secretaria das Comissões (SGP-12), as aprovadas em reunião conjunta; a de Controle do Processo Legislativo (SGP-22) devolve às comissões as desarquivadas. O período em curso aparece mais claro, porque ainda não terminou.
Por que as matérias saem
Votada: a passagem teve passo de votação ou saiu com parecer. Os motivos vêm do registro de cada envio no SPLEGIS; saídas sem motivo e sem votação, como as idas a outra área a pedido, ficam em "Outros motivos".
Para onde vão as matérias que saem de cada comissão
Mostra as 7 comissões qualquer que seja o filtro, que só destaca a linha da escolhida. Passe o mouse sobre uma célula para ver o número de matérias.
Composição e tempo
Do que é feito o acervo
Há quanto tempo estão na comissão
Idade mediana
Metade das matérias recebidas está na comissão há menos dias que isso, metade há mais.
Os saltos do começo de 2021 e de 2025 vêm do fim da legislatura. Em janeiro, quase todas as matérias são arquivadas, e no acervo ficam só umas poucas, mais antigas: no início de fevereiro de 2025, eram 17 projetos nas 7 comissões, com mediana de quase 1.900 dias. Os desarquivados voltam nas semanas seguintes, mas só entram na conta depois de recebidos pela comissão; em 2025, isso aconteceu quase todo de uma vez, em meados de março, e a mediana despencou para poucos dias. Até lá, eles aparecem como "Aguardando recebimento" no gráfico acima. Passe o mouse sobre a linha para ver de quantas matérias é a mediana.
Quanto tempo as matérias ficam na comissão
Conta do envio à comissão até a saída; a matéria que passa duas vezes pela mesma comissão conta duas passagens. As que ainda estão no acervo e as arquivadas no fim da legislatura (janeiro de 2021 e de 2025) entram na conta só até onde foram acompanhadas (método de Kaplan-Meier). Cada curva para quando restam menos de 30 passagens em acompanhamento.
Tramitação interna
Em que ponto da tramitação interna estão
Sem relator: ainda sem passo interno ou à espera da designação do relator. Em estudo: com o relator ou na assessoria técnica (Procuradoria e Consultoria). Em diligência: à espera de informações do Executivo ou do autor, de ofício ou de audiência pública. Na pauta: em condição de pauta, relatada, adiada, retirada de pauta ou com vista. Votada: deliberada, com certidão de votação ou parecer a publicar.
Matérias sem relator
Nenhuma fonte guarda quem era o relator no passado. A estimativa conta as matérias sem passo interno na comissão ou à espera da designação do relator; desde 02/10/2026, o relatório do SPLEGIS dá o número exato.
No retrato de 02/10/2026, a estimativa deu 202 projetos sem relator e o relatório, 180 (1.170 e 1.156, contando todas as matérias). Quase toda a diferença está na CCJ (35 contra 17): lá, às vezes o relator é designado sem que se lance um passo novo, e o último passo continua sendo "Designar Relator".
Quanto tempo leva cada etapa
Da chegada ao relator: do recebimento ao primeiro passo de trabalho com relator (estudo, diligência, pauta ou votação). Do relator à pauta: daí até a matéria ser relatada ou entrar em condição de pauta. Da pauta à votação: daí até a votação. A maioria das matérias que entram na pauta é votada em poucos dias; as que ficam paradas, sem concluir a etapa, não entram nesta conta e aparecem no gráfico das etapas, em "Na pauta". A série começa em 2020 porque, antes, as etapas mais longas teriam começado antes de outubro de 2018, quando o feed começa.
Calendário de movimentação
Votações e resultados
Matérias votadas por mês
A votação conta pelo primeiro passo interno de matéria votada (deliberada, com certidão de votação ou parecer a publicar). As aprovadas em reunião conjunta de comissões não ganham esse passo; contam pela saída da comissão cujo motivo registra a aprovação conjunta. O mês em curso aparece mais claro.
Pareceres por mês
Fonte: webservice do SPLEGIS, com o relator, a data e a conclusão de cada parecer dos projetos apresentados desde 2013. "Outras conclusões" reúne redação final, redação do vencido, pareceres sobre emendas e sobre vetos.
Quanto demora o parecer
O prazo de cada comissão conta do despacho que mandou o projeto às comissões ou, se outra comissão do mesmo despacho deu parecer antes, do último desses pareceres, já que as comissões opinam uma depois da outra. Só entram os projetos que receberam parecer; redação final, emendas e vetos ficam de fora. No primeiro ano de cada legislatura (2017, 2021 e 2025) o prazo cai: os projetos antigos foram arquivados, e quase todos os pareceres são de projetos novos. Pela mesma razão, a série começa em 2015: nos primeiros anos, só há pareceres de projetos apresentados desde 2013. O último ano conta só os pareceres dados até agora. O filtro de período não se aplica.
Quem relata
Quem presidiu as comissões
O presidente designa os relatores e organiza a pauta das reuniões. Os partidos são os da data em que o mandato na presidência começou, pelas filiações registradas no cadastro de vereadores.
Partidos nas comissões
Pelo cadastro de cargos da Câmara (presidente, vice e membros), com o partido de cada vereador na data, pelas filiações. As cores ficam com os 7 partidos que mais ocuparam cadeiras desde nov/2018; os demais estão em "Outros partidos" e aparecem pelo nome ao passar o mouse. No começo de cada legislatura, as comissões ficam algumas semanas sem membros, até serem instaladas.
Como terminam os projetos
Projetos (PL, PDL, PR e PLO) apresentados em cada ano, pelo desfecho registrado no SPLEGIS. Os filtros de comissão, de matérias e de período não se aplicam.
Virou lei inclui os projetos promulgados com veto parcial. Vetado inclui os vetos totais que a Câmara ainda não apreciou. "Sem encerramento registrado" reúne os que ainda tramitam e os que, nos anos mais antigos, não têm o encerramento registrado no SPLEGIS; por isso, os anos recentes têm muito mais projetos nessa faixa.
Virou lei inclui os projetos promulgados com veto parcial. Conta só o primeiro autor de cada projeto; os de coautoria entram no partido de quem assina primeiro. O número ao lado do nome é o de projetos; o da direita, a parte que virou lei. "Sem encerramento registrado" reúne os que ainda tramitam e os que, nos anos mais antigos, não têm o encerramento registrado no SPLEGIS. Passe o mouse sobre as barras para ver cada parte.
Até onde chegam os projetos
As etapas são encaixadas: o projeto que chegou a uma conta também em todas as anteriores. Ganhar relator e receber parecer valem para qualquer comissão; passar por todas as comissões é ter o parecer de cada uma das que constam no primeiro despacho. Aprovados pela Câmara são os que viraram lei e os vetados por inteiro pelo prefeito, inclusive os vetos que a Câmara ainda não apreciou (o SPLEGIS só encerra o projeto vetado quando o veto é votado, às vezes anos depois; o veto aparece antes, na lista de projetos vetados). Com veto parcial, o projeto já conta como lei. Alguns poucos projetos são aprovados sem o parecer de todas as comissões (o parecer é dado em plenário, quando o prazo das comissões vence); eles contam como se tivessem passado por elas. Nos anos recentes, muitos projetos ainda tramitam e podem avançar.
Onde cada grupo de projetos trava
As passagens são as do funil acima: de apresentado a ganhar relator, daí a receber parecer, a passar por todas as comissões do despacho, a ser aprovado pela Câmara e a virar lei; virar lei, aqui, é não ser vetado por inteiro pelo prefeito. Quanto mais escura a célula, mais projetos passaram. O gargalo só é marcado em passagens com pelo menos 10 projetos. Partido: o do primeiro autor na data da leitura.
Trajetórias dos projetos pelas comissões
Cada linha é um projeto (PL, PDL, PR ou PLO) que passou por alguma Comissão Permanente desde outubro de 2018. As faixas são os lugares onde ele esteve, e a linha muda de faixa a cada envio. As linhas são translúcidas: onde a cor fica forte, muitos projetos estiveram no mesmo lugar ao mesmo tempo. O filtro de comissão mostra só os projetos que passaram por ela; os de matérias e de período não se aplicam.
Clique numa linha ou busque um projeto para ver a trajetória dele aqui.
Mapa de transições
Cada arco liga duas faixas e é mais grosso quanto mais projetos fizeram aquele envio. À direita do eixo, envios para uma faixa mais abaixo; à esquerda, voltas para uma faixa mais acima. Clique num arco para ver só esses projetos, ou num ponto para ver quem passou por aquela faixa.
Envios mais comuns
De onde vem. As passagens pelas comissões são as dos gráficos de entradas e saídas: a série reconstruída a partir do feed de eventos do SPLEGIS (desde 26/10/2018) e, a partir de 02/10/2026, as fotos diárias do acervo. O desfecho vem do cadastro de projetos encerrados.
Fora das comissões. Entre uma comissão e outra, ou depois da última, a linha fica na faixa da área para onde o projeto foi enviado (SGP12, Secretaria das Comissões; SGP21, Apoio ao Plenário; SGP23, Finalização do Processo Legislativo; Arquivo). É o último envio conhecido: o que acontece dentro dessas áreas não aparece aqui.
Fase na comissão. Vem do último passo interno registrado, agrupado como nas etapas da tramitação interna: sem relator (ainda sem passo, ou à espera de designação ou redesignação do relator), estudo (com o relator, a Procuradoria ou a Consultoria), diligência (pedido de informação, ofício, audiência), em pauta (relatado, adiado, vista), votado (deliberado, certidão de votação, parecer a publicar) e outro passo. "Sem relator" é uma estimativa: antes da coleta diária, nenhuma fonte registra a falta de relator. Fase desconhecida: o projeto já estava na comissão quando o feed começa e ainda não tinha passo novo.
Projetos antigos. Os que já estavam numa comissão quando o feed começa (out/2018) aparecem a partir dessa data, sem a parte anterior da trajetória.
Metodologia
Como o acervo é tratado
- Consulta pública. Três vezes por dia, um robô lê o relatório Projetos em Análise nas Comissões do SPLEGIS, com todas as matérias das sete comissões.
- Normalização. Cada matéria vira uma linha com a tramitação externa (data, origem, recebimento) e a interna (data, área e estado) separadas, o relator e os autores, com os prefeitos agrupados em Executivo e as composições da Mesa em Mesa Diretora.
- Indicadores. A idade conta dias completos desde o recebimento pela comissão (ou desde a entrada no estado atual), nas faixas de até 30, 31 a 90, 91 a 180, 181 a 365 e mais de 365 dias. Matérias enviadas e ainda não recebidas fazem parte do acervo, como no relatório.
- Etapas. O último passo interno de cada matéria indica em que etapa ela está: sem relator, em estudo, em diligência, na pauta ou votada. Antes da coleta diária, é assim que se estima quantas estavam sem relator.
- Composição. A legislatura de apresentação sai do ano no número da matéria (o PL 502/2026 é da legislatura 2025–2028). A autoria é a do primeiro autor; os prefeitos são reconhecidos pelo código de autor no SPLEGIS, diferente do que a mesma pessoa tinha como vereador.
- Relatores e desfechos. O relator, o parecer e a conclusão de cada projeto em cada comissão, como o projeto terminou (lei, veto, retirada, arquivamento), os autores de cada projeto, os presidentes e membros das comissões e as filiações partidárias dos vereadores vêm do webservice do SPLEGIS, coletados uma vez por dia.
- Votações e tempos. A votação de uma matéria numa comissão é o primeiro passo interno de matéria votada, ou a saída aprovada em reunião conjunta. O tempo de cada etapa vai de um passo ao primeiro passo da etapa seguinte. Desde o início da coleta diária, os passos internos também vêm do feed do SPLEGIS.
- Entradas e saídas. Cada passagem de uma matéria por uma comissão vai do envio a ela até o envio para outra área, com a origem e o destino. Desde o início da coleta diária, a hora e o destino de cada saída vêm das tramitações que o SPLEGIS registra no dia.
- Trajetórias. A trajetória de cada projeto junta as passagens pelas comissões, a área para onde ele foi enviado ao sair de cada uma (o último envio conhecido, até chegar à comissão seguinte ou ao desfecho) e o desfecho do cadastro de projetos encerrados. A fase dentro da comissão é a etapa do último passo interno.
- Série histórica. Cada retrato fica guardado. O período de novembro de 2018 a outubro de 2026 foi reconstruído a partir dos eventos de tramitação que o SPLEGIS registra dia a dia e conferido contra o histórico oficial das matérias (método e validação).
Sobre os dados
Fonte e atualização
A fonte é o relatório oficial do SPLEGIS, consultado às 10h, às 15h e às 21h47 (horário de Brasília). Cada dia mostra o acervo da última consulta; se a da noite atrasar para a madrugada, ela ainda vale para o dia anterior. A identificação de relator só existe nos retratos diários, desde 2 de outubro de 2026.
Dados abertos
Código e dados
Todos os números estão no repositório no GitHub, em CSV: o retrato de cada dia, o histórico em intervalos e a série reconstruída. O código é aberto, sob a licença MIT.